Esse blog destina-se ao registro de acontecimentos da família Caffé além de coisas do cotidiano, diversão, arte, reflexão, passeios, música e tudo que chamar a nossa atenção.



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segunda-feira, 8 de março de 2010

Feliz Dia Internacional da Mulher - 08 de Março







Mulheres Possíveis
Martha Medeiros


Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes. Sou a Miss Imperfeita, muito prazer. Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas! E, entre uma coisa e outra, leio livros.

Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic. Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres. Primeiro: a dizer Não. Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer Não. Culpa por nada, aliás. Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.

Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros. Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.

Você não é Nossa Senhora. Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante. Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável. É ter tempo.
Tempo para fazer nada.
Tempo para fazer tudo.
Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor. Três dias. Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas. Voltar a estudar. Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.

Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal. Existir, a que será que se destina? Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra. A mulher moderna anda muito antiga. Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada. Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.

Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo! Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente. Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir. Desde que lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir essa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.

Desacelerar tem um custo. Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C. Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores. E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante’.
 
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domingo, 7 de março de 2010

Cuidados com os pés




Micoses, calos, unhas encravadas, rachaduras e chulé são conseqüências da falta de cuidado

O mais diversos sintomas físicos e psíquicos encontram expressão em nossos pés. Muitas vezes, se fossem detectados de forma precoce, evitariam uma série de danos à saúde. No entanto, os pés são esquecidos e pouco lembrados em nosso dia-a-dia. Geralmente nos desdobramos em atenção e cuidado com outras partes do corpo (rosto, dentes, cabelos), enquanto que os pés...´Ah, os pés! Ficam para depois, né?´ Logo, é daí que vem problemas como calosidades, micoses, unhas encravadas, frieiras e, é claro, ele: o chulé.

Descuidos
Sabe aquela canção infantil que escutamos quando criança, que diz, mais ou menos assim: o sapo não lava o pé, não lava porque não quer, ele mora lá na lagoa, não lava o pé porque não quer, mas que chulé! Pode até parecer coisa de criança ou só uma canção engraçada, mas por trás dela está explícita uma das lições de higiene mais importantes e que devemos pôr em prática.

Atuando há 38 anos como podólogo, Salomão Lessa Andrade, 66 anos, sabe muito bem o que os descuidos com os pés podem provocar no organismo. Especialmente, quando se trata do chulé. ´O suor não tem cheiro, mas o odor aparece devido a decomposição das bactérias. A manifestação desse cheiro depende das condições de cada indivíduo, afinal ninguém vai querer ficar cheirando mal e, muito menos, passando por constrangimentos?´, indaga o especialista.

Motivados pela umidade e o calor existente entre os dedos, bactérias e fungos encontram um espaço perfeito para se alimentarem e multiplicarem. O chulé corresponderá ao odor que exala dos pés quando este grupo de seres decompõem as células mortas. Conhecido por ser uma das formas mais comuns de bromidrose, o chulé pode ser provocado por vários fatores: falta ou a má higienização; os tipos de calçados; a ingestão de determinados medicamentos (antibióticos) e, mesmo, de alimentos que contenham alho, cebola e espinafre em sua composição.

Além disso, existem outros fatores determinantes, como diabetes e enfermidades provenientes do sistema nervoso, que alteram a produção das glândulas sudoríparas, responsáveis pela produção de suor.

Cuidados
Segundo Salomão Andrade, o chulé também pode ser favorecido através do uso de calçados muito apertados ou quando são guardados (em local fechado) logo após serem retirados dos pés. O uso repetido de um mesmo par de meias, principalmente aquelas confeccionadas em material sintético (que potencializam ainda mais a transpiração nos pés), são muito prejudiciais.
Para prevenir ou tratar os desconfortos do chulé, é importante ficar atento a algumas dicas fáceis e que devem ser incluídas na rotina diária. A começar por um ato simples - e que poucos ficam atentos - de enxugar bem os pés (principalmente entre os dedos) após o término do banho. O mesmo se dá com a escolha correta do calçado. Em climas tropicais como o nosso - onde o verão acontece quase o ano interior -a transpiração é um item importante e que não pode ser colocado em segundo plano. O uso de sandálias e de pós anti-sépticos são essenciais para manter os pés bem arejados. Isso não significa - nunca - andar descalço, principalmente em pisos úmidos de banheiros coletivos, saunas e lava-pés.



De acordo com o podólogo, não adianta tratar só dos pés e deixar de lado o sapato ou o tênis contaminados´. Como prevenção, Salomão Lessa Andrade lembra que todas as pessoas - independente de terem problemas nos pés ou não - devem dedicar um tempo diário e mensal ao cuidado com os pés, seja por meio de limpezas, hidratações e massagens com profissionais habilitados.

Pés têm lugar sagrado no corpo humano

Embora sejam relegados ao segundo plano, os pés são considerados um dos mais importantes lugares simbólicos do corpo humano. Tanto os preceitos bíblicos como a mitologia fazem referência a sacralidade deste membro.


De acordo com Evaristo Eduardo de Miranda, no livro Corpo - Território do Sagrado (Editora Loyola), os pés são objetos de vários mitos, constituindo o lugar de contato entre o homem e a terra, ponto de partida para sua verticalização, elevação e ascensão. Representando, ainda, a força da alma, o suporte da postura ereta, a base da estatura, o domínio do ter.


Os pés são o primeiro broto do corpo do embrião e estão fortemente associados à idéia material e energética de origem, início, começo, princípio, ´bereshit´ em hebraico, ´arké´ em grego, o arquétipo, nossa inserção. Eles evocam o potencial, o ser, a causa e a semente.

(retirado dos sites http://diariodonordeste.globo.com )

☺ ☺  ☺

sábado, 6 de março de 2010

10 anos de saudades!!!

 

 
Edson Alves de Lima

Nos deixou há 10 anos mas sua presença ainda é viva em nossos corações.
Que a LUZ perpétua o ilumine.

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Alegria, Alegria - Caetano Veloso


Engraçado como as músicas (e os perfumes, é claro) deixam marcas na nossa vida, para sempre. 
"Alegria, Alegria" (sem lenço, sem documento), cantada por Caetano Veloso me lembra uma ida de Yara a Salvador e, ao retornar, trouxe um disco com essa música e outro (ou será o mesmo?) com "Domingo no Parque"  de Gilberto Gil. Chegou cedinho e logo estava colocando pra tocar. Acordei com essa melodia e adorei!!
Vamos recordar?
Beijos
Cristina





sexta-feira, 5 de março de 2010

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Na base do Improviso

Como nos propomos a mostrar também o inusitado, aqui vai algumas fotos, de um tal Troféu Gambiarra, que recebí por email. Na base do improviso.
Bem legal!!!


Vai um churrasquinho aí?


Bem pensado...

Que tal reciclar?
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Radio dos Anos 80

Você quer ouvir Rádio dos Anos 80

Acesse pelo link:




É bem legal...

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Velhinho(a)... eu ???????

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Já aconteceu de você, ao olhar pessoas da sua idade e pensar: Não posso estar assim tão velho (a)?!!! Veja esta situação.

 
- Estava sentada na sala de espera para a minha primeira consulta com um novo dentista,

quando observei que o seu diploma estava dependurado na parede.

Estava escrito o seu nome e, de repente, recordei de um moreno alto, que tinha esse mesmo nome.

Era da minha classe do colegial, uns 30 anos atrás, e eu me perguntava:

Poderia ser o mesmo rapaz por quem eu tinha me apaixonado à época?

Quando entrei na sala de atendimento imediatamente afastei esse pensamento do meu espírito.

Este homem grisalho, quase calvo, gordo, com um rosto marcado, profundamente enrugado,

era demasiadamente velho pra ter sido o meu amor secreto.

Depois que ele examinou o meu dente, perguntei-lhe se ele estudou no Colégio Sacré Coeur.

- Sim, respondeu-me.

- Quando se formou? Perguntei.

- 1965 . Por que esta pergunta? Respondeu.

- É que... bem... você era da minha classe, eu exclamei.

E então, este velho horrível, cretino, careca, barrigudo, flácido, filho de uma puta, lazarento me perguntou:

- A Sra. era professora de quê ?
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