Esse blog destina-se ao registro de acontecimentos da família Caffé além de coisas do cotidiano, diversão, arte, reflexão, passeios, música e tudo que chamar a nossa atenção.



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quarta-feira, 11 de julho de 2012


Hoje é o Dia de São Bento


Oração da medalha de São Bento

A Cruz Sagrada seja a minha luz,
não seja o dragão meu guia.

Retira-te, satanás!
Nunca me aconselhes coisas vãs.

É mau o que tu me ofereces, 
bebe tu mesmo o teu veneno!

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História sobre a Medalha

Conta-se que feiticeiras da Bavieira, acusadas de suas maldades contra o povo daquela região, confessaram ver seus feitiços inteiramente anulados pelo poder da Cruz; e que em todos os lugares onde estivesse a Cruz, seus malefícios nunca logravam efeito.
E contaram que, especialmente no mosteiro de Metten, nunca conseguiram êxitos em suas maldades e concluíram que isso se devia ao fato da existência de alguma Cruz naquele lugar.

Por causa disso, as autoridades locais foram consultar os monges da abadia de Metten sobre o assunto.

Depois de muito procurar, constataram de fato que o mosteiro era repleto de cruzes gravadas nas paredes e com uma inscrição acima delas.

Era preciso descobrir o porquê disso e por quem as cruzes foram gravadas. Suas investigações os levaram a biblioteca, a um antigo livro escrito por ordem do abade, no ano de 1415.

O livro transcrevia escritos sobre a Cruz, com inúmeros desenhos a bico de pena realizados por um monge anônimo.

Significado: A medalha de São Bento, difundida no mundo inteiro desde o século XVIII, foi aprovada pelo Papa Bento XIV em 1742.

Até hoje a medalha que usamos traz numa face a figura de São Bento, tendo em mãos a Regra que escreveu e a Cruz, com a qual operou tantos milagres, numa face está escrito:
CRUX SANCTI PATRIS BENEDICTI
CRUZ DO SANTO PAI BENTO.

Na outra face há uma Cruz.

No traço vertical as letras:
C.S.S.M.L.

E no horizontal as letras:
N.D.S.M.D.

Que significam respectivamente:
CRUX SACRA SIT MIHI LUX = A Cruz Sagrada seja minha luz.
NON DRACO SIT MIHI DUX = Não seja o dragão meu guia.

Em torno da Cruz, em toda a volta da medalha, estão as letras:
V.R.S.N.S.M.V.S.M.Q.L.I.V.B.

Iniciais da Oração:
VADE RETRO SATANA, NUNQUAM SUADE MIHI VANA, SUNT MALA QUAE LIBAS, IPSE VENENA BIBAS.

Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs; é mau o que tu ofereces, bebe tu mesmo o teu veneno.

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terça-feira, 10 de julho de 2012


Evite deslizes na hora de organizar a festa de casamento

Basta um pequeno deslize para estragar meses de trabalho árduo e arruinar o grande dia. A consultora de etiqueta Claudia Matarazzo, autora do livro 'Casamento sem Frescura' (Editora Melhoramentos), dá dicas para fugir de micos em casamentos
Daniela Macedo
- O chefe do pai, que nunca visitou a família, ou aquela tia da mãe que não vê a noiva há vinte anos não precisam constar da lista de convidados. A festa de casamento é para reunir as pessoas próximas e queridas, amigos ou familiares. Foi feita para celebrar a alegria do momento, não para ser uma formalidade ou um megaevento. “Gosto da pessoa e quero que ela esteja ao meu lado nesse momento?” Se a resposta for sim, não importa que seja um ex-namorado ou o amigo que está brigado com o padrinho 

- O chá de cozinha é uma brincadeira. A ideia não é ganhar presentes caros, mas sim reunir as amigas da noiva (não a vovó e a titia). Os presentes da lista têm de ser quase simbólicos, como abridor de latas, escorredor de arroz e espremedor de alho. Por mais ricas que sejam as amigas, é fora de propósito pedir uma batedeira importada

- Alguém pode imaginar a duquesa Kate Middleton usando vestido longo, meia-calça e chinelos nos pés, dançando num fim de festa? Virou moda distribuir as sandalinhas em festas de casamento, mas é bom lembrar que boa parte das convidadas veste meias e, convenhamos, elas não combinam com chinelos de dedo. Se a ideia é dar conforto aos pés cansados dos convidados, Claudia sugere sapatilhas

- É aceitável montar lista de presentes, publicar na internet uma relação de desejos especiais (massagem, passeio de balão, jantar à luz de velas) e até deixar disponível o endereço da agência de viagens para quem quiser presentear os noivos com um programa na lua de mel. “Mas pedir dinheiro não dá!”, diz Claudia. Cotas de um pacote de viagem são o mesmo que dinheiro e, portanto, estão fora de cogitação.

Fonte: Revista VEJA - Edição 2274 de 20 JUN 2012

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segunda-feira, 9 de julho de 2012


Como se dar bem nas Promoções


Começa a temporada de liquidação de inverno nos shopping centers da cidade, os descontos chegam a 70%. Mais um motivo para o consumidor se segurar e evitar as compras por impulso. 


Aqui vão algumas dicas para comprar bem


INFORME-SE: Antes de sair de casa para às compras é necessário pesquisar preços: verifique os folhetos publicitários, encartes e outros informativos relativos às promoções, é uma boa dica para saber se os descontos valem a pena. Outra recomendação é desconfiar das vantagens exageradas, porque há produtos que baixam de preço para compensar os defeitos.


LISTA: Defina previamente os itens que precisa comprar para evitar as compras por impulso. É necessário fazer uma avaliação do orçamento e um check list do armário.

DEFEITOS: O primeiro passo é avaliar se o produto em promoção está em bom estado. “Caso haja defeito ou falha, é preciso constar essa informação na nota fiscal ou recibo, detalhando-os, porque é uma garantia para o consumidor reivindicar os seus direitos”.


TROCA: Em geral, os comerciantes não trocam peças vendidas com descontos mas conforme a Associação de Defesa da Cidadania e do Consumidor: “Se o motivo da troca é defeito do produto, o lojista é obrigado a trocar”. 

     O Código de Defesa do Consumidor não obriga a troca por motivo de cor, tamanho ou gosto, mas nos casos de defeito ou vício o consumidor tem direito a troca.


INTERNET: Nesse caso, os cuidados devem ser redobrados. “O risco é maior de você comprar um produto inadequado ao uso, deixar de receber ou ter dificuldade com o pagamento”. Nas compras em lojas virtuais o consumidor tem direito à troca no período de sete dias, considerado o prazo de arrependimento. É recomendado que o consumidor guarde toda a documentação referente à compra, como a publicidade, o e-mail com a oferta e o contrato. Uma forma de se precaver para problemas futuros e garantir a troca.

FORMAS DE PAGAMENTO: A loja terá que aceitar todas as formas de pagamento que dispõe (dinheiro, cheque, cartão de débito, cartão de crédito).

PREÇO: Outra pegadinha das lojas é cobrar a taxa de administração de 5% nas compras pagas no cartão. É necessário o comerciante informar detalhadamente ao consumidor todas as formas de pagamento. “Se a loja trabalha com cheque e cartão não pode fazer restrição. Além disso, o preço deve ser igual para o pagamento com dinheiro e no cartão”, avisa. 

 O valor da compra paga com cheque pré-datado, cartão de débito ou cartão de crédito terá que ser igual ao preço pago em dinheiro.


ORÇAMENTO: Faça uma avaliação do orçamento e só compre se tiver dinheiro disponível e não ficar endividado.

Fonte: Procom-PE/Adeccon -Matéria do Diário de Pernambuco de 09/07/2012

Boas Compras!!!
Beijos Grácia
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sábado, 7 de julho de 2012



No fim do ano passado Cristina postou um vídeo com esta  música de Marisa Monte, mas  creio que não será demais um replay  para embalar o nosso fim de semana.
Com vocês: Marisa Monte: "Ainda Bem......"
Bjs,
Grácia


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Para Reflexão

"A maior prisão que podemos ter na vida é aquela quando a gente descobre que estamos sendo não aquilo que somos, mas o que o outro gostaria que fôssemos. 

Geralmente quando a gente começa a viver muito em torno do que o outro gostaria que a gente fosse, é que a gente tá muito mais preocupado com o que o outro acha sobre nós, do que necessariamente nós sabemos sobre nós mesmos.

O que me seduz em Jesus é quando eu descubro que n'Ele havia uma capacidade imensa de olhar dentro dos olhos e fazer que aquele que era olhado reconhecer-se plenamente e olhar-se com sinceridade.

Durante muito tempo eu fiquei preocupado com o que os outros achavam ao meu respeito. Mas hoje, o que os outros acham de mim muito pouco me importa (a não ser que sejam pessoas que me amam), porque a minha salvação não depende do que os outros acham de mim, mas do que Deus sabe ao meu respeito."

Padre Fábio de Melo

segunda-feira, 2 de julho de 2012


Ainda lembrando das festas de São João que passamos na nossa cidade Petrolina.


A Casa da Saudade com Flávio José


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 A capacidade de se encantar
Martha Medeiros


Muita gente diz que adora viajar, mas depois que volta só recorda das coisas que deram errado. Sendo viajar um convite ao imprevisto, lógico que algumas coisas darão errado, faz parte do pacote. Desde coisas ingratas, como a perda de uma conexão ou ter a mala extraviada, até xaropices menos relevantes, como ficar na última fila da plateia do musical ou um garçom mal-humorado não entender o seu pedido. Ainda assim, abra bem os olhos e veja onde você está: em Fernando de Noronha, em Paris, em Honolulu, em Mykonos. Poderia ser pior, não poderia?
Outro dia uma amiga que já deu a volta ao mundo uma dezena de vezes comentou que lamentava ver alguns viajantes tão blasés diante de situações que costumam maravilhar a todos. São os que fazem um safári na Namíbia e estão mais preocupados com os mosquitos do que em admirar a paisagem, ou que estão à beira do mar numa praia da Tailândia e não se conformam de ter esquecido no hotel a nécessaire com os medicamentos, ou que não saboreiam um prato espetacular porque estão ocupados calculando quanto terão que deixar de gorjeta.
Não saboreiam nada, aliás. Estão diante das geleiras da Patagônia e não refletem sobre a imponência da natureza, estão sentados num café em Milão e não percebem a elegância dos transeuntes, entram numa gôndola em Veneza e passam o trajeto brigando contra a máquina fotográfica que emperrou, visitam Ouro Preto e não se emocionam com o tesouro da arquitetura barroca – mas se queixam das ladeiras, claro.
Vão à Provence e torcem o nariz para o cheiro dos queijos, olham para o céu estrelado do Atacama sofrendo com o excesso de silêncio, vão para Trancoso e reclamam de não ter onde usar salto alto, vão para a India sem informação alguma e aí estranham o gosto esquisito daquele hamburger: ué, não é carne de vaca, bem? Aliás, viajar sem estar minimamente informado sobre o destino escolhido é bem parecido com não ir. 
Estão assistindo a um show de música no Central Park, mas não tiram o olho do Ipad. Vão ao Rio, mas têm medo de ir à Lapa. Estão em Buenos Aires, mas nem pensar em prestigiar o tango – “programa de velho!” São os que olham tudo de cima, julgando, depreciando, como se o fato de se entregar ao local visitado fosse uma espécie de servilismo – típico daqueles que têm vergonha de serem turistas.
É muito bacana passar um longo tempo numa cidade estrangeira e adquirir hábitos comuns aos nativos para se sentir mais próximo da cultura local, mas quem pode fazer essas imersões com frequência? Na maior parte das vezes, somos turistas mesmo: estamos com um pé lá e outro cá. Então, estando lá, que nos rendamos ao inesperado, ao sublime, ao belo. Nada adianta levar o corpo pra passear se a alma não sai de casa.

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