Esse blog destina-se ao registro de acontecimentos da família Caffé além de coisas do cotidiano, diversão, arte, reflexão, passeios, música e tudo que chamar a nossa atenção.



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sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Porta Retrato

O nosso Porta Retrato de hoje é um registro do sol se pondo em Recife, durante um passeio que fizemos, de Catamarã, pelos rios Capibaribe e Beberibe.


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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013


Verão: Saiba os cuidados essenciais para se alimentar na praia
por Patricia Davidson Haiat


Sanduíche natural – Tem altíssimo risco de contaminação, pois a maionese é a base do sanduíche e ela deteriora com poucas horas fora da geladeira. Imagine o ambulante que fez o sanduíche de manhã e vende até o final da tarde na praia? Considere ainda a possibilidade de a maionese ser caseira, o que aumenta ainda mais as chances de você passar mal. Todos os sanduíches levam outros itens perecíveis tais como frios, queijos, salada, etc. Mesmo que estejam acondicionados em gelo e em isopores o risco é alto, pois a temperatura ali dentro vai se reduzindo com o passar das horas, aumentando as chances de contaminação. Prefira comer um sanduíche feito por você em casa antes de ir à praia. Ele será muito mais seguro e nutritivo.

Queijo coalho - Possui alto risco, pois a maioria dos queijos tipo coalho e proveniente de leite não pasteurizado e é produzida de forma caseira, por isso pode conter vários micro-organismos como a listeria e coliformes causadores de toxinfecções alimentares especialmente em crianças, idosos, gestantes ou pessoas com o sistema imunológico mais comprometido. O risco é um pouco reduzido se for muito bem assado.

Camarão frito no espeto – Possui risco alto de contaminação pela exposição solar acontecer de maneira direta em cima da bandeja. Mesmo sendo submetidos à temperatura na hora do preparo, muitas bactérias ainda permanecem vivas e podem se multiplicar quando são carregados, expostos ao sol. Todos os frutos do mar consumidos na praia são perigosos, especialmente as ostras.

Biscoito polvilho de marca idônea - É uma boa opção, já que os produtos industrializados estão sujeitos a normas rígidas de higiene durante a fabricação; esses alimentos costumam ser mais seguros do que os feitos de forma caseira, quando não se tem certeza da procedência.

Picolé - Se for de marca confiável, são super-seguros, pois são de empresas fiscalizadas constantemente pela Vigilância Sanitária. Evite comprar picolés de marcas desconhecidas, pois não se sabe a procedência dos produtos utilizados, como por exemplo, o tipo de água. .

Sacolé – O uso de água de procedencia duvidosa faz do sacolé um produto altamente arriscado. A água pode veicular até mesmo o vírus da hepatite A. O Sacolé pode também estar contaminado por Salmonella sp., Staphylococcus aureus, Shigella sp, E.coli dentre outros micro-organismos. Essa contaminação ocorre tanto por contaminação no freezer, quanto pode ocorrer por contaminação do manipulador. A maneira com as frutas serão trabalhadas também confere risco, pois pode ser usado na manipulação utensílios que já foram contaminados com outros micro-organismos na cozinha.

Abacaxi - Não sabemos se a faca que cortou o abacaxi foi higienizada corretamente, esse pode ser um primeiro ponto de contaminação. Além disso, esse tipo de alimento fica exposto em cima de gelo e não se sabe a procedência da água que foi feito o gelo, que pode estar contaminada com os mais diversos micro-organismos, até mesmo coliformes fecais (especialmente arriscado é o gelo de barra que não é feito com água potável) . Isso tudo pode levar a casos de intoxicação alimentar. Dê preferência ao picolé ou suco de frutas de alguma marca já conhecida no mercado.

Esfiha – É uma opção melhor do que os salgados fritos, mas de qualquer forma não é uma opção boa para a praia por ser uma opção calórica e fonte de gordura trans, além de ser passível de contaminação por micro-organismos. Se acabar optando por ela, prefira recheios como queijo ou pizza (queijo com tomate), deixando de lado os de presunto, calabresa, salsicha e carne que são mais sujeitos à contaminação em ambientes quentes como a praia. Preste atenção para consumir no horário de inicio de venda desses produtos (durante a manhã) e não comer às 16:00h, quando o vendedor já está com o produto exposto há muitas horas e provavelmente com uma temperatura inadequada à manutenção do produto.

Salada de frutas - Não se sabe como a fruta foi manipulada até chegar à praia. A higienização das frutas e da faca utilizada para picá-las. Além disso, as altas temperaturas da praia, tornam a salada de frutas o paraíso perfeito para a multiplicação de bactérias. O melhor seria você mesmo levar a salada de frutas de casa em um isopor ou bolsa térmica ou consumi-la assim que pôr os pés na areia. Como já disse, dê preferência aos picolés de frutas de marcas conhecidas no mercado.

Açaí com granola - Preocupe-se em saber se a polpa utilizada não é artesanal e sim industrializada e pasteurizada para que seja eliminada a possibilidade de contaminação da fruta até mesmo pelo barbeiro, que transmite a doença de chagas. Procure consumir esse tipo de alimento em locais conhecidos e com boa higiente. Tomando essas precauções, delicie-se com esse delicioso fruto rico em antioxidantes e, lembre-se, o que o torna calórico não é a fruta e sim seus acompanhamentos com o xarope de guaraná e a granola.

Milho – É uma boa opção pela sua composição nutricional, pelo baixo risco de contaminação. Por ser cozido, é uma ótima opção em substituição a sanduíches naturais ou alimentos que deterioram rapidamente com o calor. Apenas verifique se o milho está totalmente imerso e a água em ebulição para reduzir o risco de contaminação.

Coco – Ótima opção para garantir a reposição de liquidos e eletrólitos perdidos com o suor na praia, especialmente se você pratica algum tipo de atividade física como surf, frescobol, caminhadas ou corridas. Procure ingerir um coco a cada duas horas de exposição ao sol. Se desejar abrir o coco, a polpa é bem energética, sacia a fome e a gordura é benéfica à saúde. O único cuidado que se deve ter ao comer a polpa, é com a faca utilizada para o corte que deve estar limpa. Para reduzir a possibilidade de contaminação procure beber a água diretamente no coco.

Cerveja – Embora quando estupidamente gelada seja a cara do verão e seja a preferência nacional beber bebidas alcoólicas quando expostos ao sol, aumenta o risco de desidratação. Se desejar beber uma gelada, prefira alternar com água de coco ou água entre uma e outra e limite a ingestão, não exagerando.

Guaraná natural e refrigerantes – Não oferecem risco de contaminação, por ser um alimento embalado, fechado e de empresa qualificada. Do ponto de vista nutricional no entanto não é tão nutritivo quanto um suco de fruta ou água de coco.

Mate de galão - Ele é de altissimo risco!!! Já existe até pesquisa revelando que 100% das amostras avaliadas apresentavam mais de 50% da quantidade de coliformes fecais permitidos, o que pode provocar diarreias e vômitos. Pode haver contaminação desde o tipo de água utilizada (muitos dizem ser feito até com água de torneira da praia), do tipo de gelo e da limpeza dos recipientes. Vale dizer que a venda desse tipo de mate já foi proibida desde 2005, mas não é respeitada.

Caipirinha - O ingrediente de maior risco na caipirinha é o gelo. É comum o gelo feito em casa ser contaminado por micro-organismos provenientes do congelador que passam para as formas, outra forma do gelo ser contaminado é utilizar as mãos para servir. O gelo deve ser feito com água potável e filtrada. A caipirinha também pode ser feita com frutas higienizadas em água de má qualidade o que também compromete o resultado. A casca de limão, por exemplo armazena grande quantidade de micro-organismos. Se quiser consumir caipirinha procure pelo menos não colocar gelo dentro.

Amendoim com casca – O amendoim pode ser fonte de contaminação por um tipo de toxina proveniente de fungos chamado Aspergillus flavus, podendo causar entre outras coisas redução da imunidade e até câncer hepático. No Brasil, infelizmente não temos um controle rigoroso da autoridade sanitária sobre essa questão, o que coloca mais em risco a população. Essa contaminação pode ocorrer durante o plantio ou armazenamento, sobretudo em locais de maior umidade. Fique atento ao prazo de validade do produto e ao aspecto da embalagem que não pode estar violada. Não recomendo o consumo freqüunte, mas se for algo eventual, não há problema no consumo.

O melhor é sempre que possível consumir os alimentos industrializados, embalados e de empresas confiáveis como: bebidas, picolés, biscoito polvilho, ao invés de comprar produtos de ambulantes. Procure fazer um café da manhã super-reforçado antes de sair de casa, para a fome não bater rapidamente. Traga de casa pães integrais, frios, geleia, mel, sucos de frutas naturais, água de coco, ovo mexido, barras de cereais, castanhas, frutas desidratadas, sanduíches, etc. 

Fonte: http://www2.uol.com.br/vyaestelar

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


A melhor versão de nós mesmos
Martha Medeiros


Alguns relacionamentos são produtivos e felizes. Outros são limitantes e inférteis. Infelizmente, há de ambos os tipos, e de outros que nem cabe aqui exemplificar. O cardápio é farto. Mas o que será que identifica um amor como saudável e outro como doentio? Em tese, todos os amores deveriam ser benéficos, simplesmente por serem amores.

Mas não são. E uma pista para descobrir em qual situação a gente se encontra é se perguntar que espécie de mulher e que espécie de homem a sua relação desperta em você. Qual a versão que prevalece?

A pessoa mais bacana do mundo também tem um lado perverso. E a pessoa mais arrogante pode ter dentro de si um meigo. Escolhemos uma versão oficial para consumo externo, mas os nossos eus secretos também existem e só estão esperando uma provocação para se apresentarem publicamente. A questão é perceber se a pessoa com quem você convive ajuda você a revelar o seu melhor ou o seu pior.

Você convive com uma mulher tão ciumenta que manipula para encarcerar você em casa, longe do contato com amigos e familiares, transformando você num bicho do mato? Ou você descobriu através da sua esposa que as pessoas não mordem e que uma boa rede de relacionamentos alavanca a vida?

Você convive com um homem que a tira do sério e faz você virar a barraqueira que nunca foi? Ou convive com alguém de bem com a vida, fazendo com que você relaxe e seja a melhor parceira para programas divertidos?

Seu marido é tão indecente nas transações financeiras que força você a ser conivente com falcatruas?

Sua esposa é tão grosseira com os outros que você acaba pagando micos pelo simples fato de estar ao lado dela?

Seu noivo é tão calado e misterioso que transforma você numa desconfiada neurótica, do tipo que não para de xeretar o celular e fazer perguntas indiscretas?

Sua namorada é tão exibida e espalhafatosa que faz você agir como um censor, logo você que sempre foi partidário do “cada um vive como quer”?

Que reações imprevistas seu amor desperta em você? Se somos pessoas do bem, queremos estar com alguém que não desvirtue isso, ao contrário, que possibilite que nossas qualidades fiquem ainda mais evidentes. Um amor deve servir de trampolim para nossos saltos ornamentais, não para provocar escorregões e vexames.

O amor danoso é aquele que, mesmo sendo verdadeiro, transforma você em alguém desprezível a seus próprios olhos. Se a relação em que você se encontra não faz você gostar de si mesmo, desperta sua mesquinhez, rabugice, desconfiança e demais perfis vexatórios, alguma coisa está errada. O amor que nos serve e nos faz evoluir é aquele que traz à tona a nossa melhor versão.
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domingo, 13 de janeiro de 2013



"Desejo que tudo o que mais lhe importa floresça. Que cada florescimento seja tão risonho e amoroso que atraia os pássaros com o seu canto, as borboletas com as suas cores, o toque do sol com seu calor mais terno, e a chuva que derrama de nuvens infladas de paz. 
Desejo que, mais vezes, além de molhar só os pés, você possa entrar na praia da poesia da vida com o coração inteiro e brincar com a ideia que cada onda diz. 
Que, ao experimentar um caixote ou outro, não se arrependa por ter entrado na água, nem desista de brincar. Todo mundo experimenta um caixote ou outro, às vezes um monte deles, quando se arrisca a viver. O outro jeito é estar morto. O outro jeito é não sentir."     (Ana Jácomo)

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sábado, 12 de janeiro de 2013


Música é vida...


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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


Feliz Aniversário Gabriela!!!


Desejamos que tenha um dia maravilhoso, com muita comemoração junto à sua família e amigos.
Que o Divino Espírito Santo derrame bençãos sobre a sua vida, e que você tenha muita saúde, força, coragem e determinação para seguir em busca da realização dos seus sonhos.
Que seus dias sejam cheios de amor, alegria, paz, sucesso, harmonia e felicidade!!
Beijos!!!
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013


Despedida
E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perda da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação.

Creio que será permitido guardar uma leve tristeza, e também uma lembrança boa; que não será proibido confessar que às vezes se tem saudades; nem será odioso dizer que a separação ao mesmo tempo nos traz um inexplicável sentimento de alívio, e de sossego; e um indefinível remorso; e um recôndito despeito.

E que houve momentos perfeitos que passaram, mas não se perderam, porque ficaram em nossa vida; que a lembrança deles nos faz sentir maior a nossa solidão; mas que essa solidão ficou menos infeliz: que importa que uma estrela já esteja morta se ela ainda brilha no fundo de nossa noite e de nosso confuso sonho?

Talvez não mereçamos imaginar que haverá outros verões; se eles vierem, nós os receberemos obedientes como as cigarras e as paineiras — com flores e cantos. O inverno — te lembras — nos maltratou; não havia flores, não havia mar, e fomos sacudidos de um lado para outro como dois bonecos na mão de um titeriteiro inábil. 

Ah, talvez valesse a pena dizer que houve um telefonema que não pôde haver; entretanto, é possível que não adiantasse nada. Para que explicações? Esqueçamos as pequenas coisas mortificantes; o silêncio torna tudo menos penoso; lembremos apenas as coisas douradas e digamos apenas a pequena palavra: adeus. 

A pequena palavra que se alonga como um canto de cigarra perdido numa tarde de domingo.

Rubem Braga, do livro "A Traição das Elegantes", Editora Sabiá – Rio de Janeiro, 1967, pág. 83.

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