Esse blog destina-se ao registro de acontecimentos da família Caffé além de coisas do cotidiano, diversão, arte, reflexão, passeios, música e tudo que chamar a nossa atenção.



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segunda-feira, 15 de agosto de 2011


Assunção de Nossa Senhora


"A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial."

Nossa homenagem à nossa Mãezinha do Céu:


Consagração a Nossa Senhora

Oh, Minha Senhora e também minha mãe
Eu me ofereço, inteiramente, todo a vós.
E em prova da minha devoção, 
eu hoje vos dou meu coração.

Consagro a vós meus olhos, meus ouvidos, minha boca
Tudo o que sou, desejo que a vós pertença
Incomparável mãe, guardai-me e defendei-me,
Como coisa e propriedade vossa, Amém
Como coisa e propriedade vossa, Amém.

♥



Parabéns Serginho!!


Este é um dia muito feliz pois comemoramos o seu aniversário e a alegria de ter você, com esse riso largo,  fazendo parte da nossa família.

Desejamos que Nossa Senhora Rainha dos Anjos lhe cubra com o seu manto de amor e que o seu Anjo da Guarda o proteja em todos os minutos da sua vida.

Beijinhos!!

♥


domingo, 14 de agosto de 2011

Saudades do pai que se foi!!!

Neste dia dos pais, uma homenagem ao nosso pai Edsom,
 que já se foi, mas será sempre uma lembrança viva nos nossos corações.
Você se foi mas os bons exemplos ficaram.
Saudades painho!!!
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Feliz Dia dos Pais!!



♥

sábado, 13 de agosto de 2011


Um ótimo texto para ser lido na véspera do Dia dos Pais...


A Lua que não dei!


Compreendo pais - e me encanto com eles - que desejariam dar o mundo de presente aos filhos. E, no entanto, abomino os que, a cada fim de semana, dão tudo o que filhos lhes pedem nos shoppings onde exercitam arremedos de paternidade.. E não há paradoxo nisso. Dar o mundo é sentir-se um pouco como Deus, que é essa a condição de um pai. Dar futilidades como barganha de amor é, penso eu, renunciar ao sagrado.

Volto a narrar, por me parecer apropriado à croniqueta, o que me aconteceu ao ser pai pela primeira vez. Lá se vão, pois, 45 anos. Deslumbrado de paixão, eu olhava a menina no berço, via-a sugando os seios da mãe, esperneando na banheira, dormindo como anjo de carne. E, então, eu me prometia, prometendo-lhe: 'Dar-lhe-ei o mundo, meu amor.' E não lhe dei. E foi o que me salvou do egoísmo, da tola pretensão e da estupidez de confundir valores materiais com morais e espirituais.

Não dei o mundo à minha filha, mas ela quis a Lua. E não me esqueço de como ela pediu, a Lua, há anos já tão distantes. Eu a carregava nos braços, pequenina e apenas balbuciante, andando na calçada de nosso quarteirão, em tempos mais amenos, quando as pessoas conversavam às portas das casas. Com ela junto ao peito, sentia-me o mais feliz homem do mundo, andando, cantarolando cantigas de ninar em plena calçada. Pois é a plenitude da felicidade um homem jovem poder carregar um filho como se acariciando as próprias entranhas. Minha filha era eu e eu era ela. Um pai é, sim, um Pequeno Deus, o criador. E seu filho, a criatura bem amada.

E foi, então, que conheci a importância e os limites humanos.. Pois a filhinha - a quem eu prometera o mundo - ergueu os bracinhos para o alto e começou a quase gritar, assanhada, deslumbrada: 'Dá, dá, dá...' Ela descobrira a Lua e a queria para si, como ursinho de pelúcia, uma luminosa bola de brincar. Diante da magia do céu enfeitado de estrelas e de luar, minha filha me pediu a Lua e eu não lhe pude dar.

A certeza de meus limites permitiu, porém, criar um pacto entre pai e filhos: se eles quisessem o impossível, fossem em busca dele.. Eu lhes dera a vida, asas de voar, diretrizes, crença no amor e, portanto, estímulo aos grandes sonhos. E o sonho da primogênita começou a acontecer, num simbolismo que, ainda hoje, me amolece o coração. Pois, ainda adolescente, lá se foi ela embora, querendo estudar no exterior. Vi-a embarcar, a alma sangrando-me de saudade, a voz profética de Kalil Gibran em sussurros de consolo:

"Vossos filhos não são vossos filhos, mas são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Eles vem através de vós, mas não de vós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. (...) Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas."

Foi o que vivi, quando o avião decolou, minha criança a bordo. No céu, havia uma Lua enorme, imensa. A certeza da separação foi dilacerante.. Minha filha fora buscar a Lua que eu não lhe dera. E eu precisava conviver com a coerência do que transmitira aos filhos: 'O lar não é o lugar de se ficar, mas para onde voltar'.

Que os filhos sejam preparados para irem-se, com a certeza de ter para onde voltar quando o cansaço, a derrota ou o desânimo inevitáveis lhes machucarem a alma. Ao ver o avião, como num filme de Spielberg, sombrear a Lua, levando-me a filha querida, o salgado das lágrimas se transformou em doçura de conforto com Kalil Gibran: como pai, não dando o mundo nem Lua aos filhos, me senti arqueiro e arco, arremessando a flecha viva em direção ao mistério.

Ora, mesmo sendo avós, temos, sim e ainda, filhos a criar, pois família é uma tribo em construção permanente. Pais envelhecem, filhos crescem, dão-nos netos e isso é a construção, o centro do mundo onde a obra da criação se renova sem nunca completar-se. De guerreiros que foram, pais se tornam pajés. E mães, curandeiras de alma e de corpo. É quando a tribo se fortalece com conselheiros, sábios que conhecem os mistérios da grande arquitetura familiar, com régua, esquadro, compasso e fio de prumo. E com palmatória moral para ensinar o óbvio: se o dever premia, o erro cobra.

Escrevo, pois, de angústias, acho que angústias de pajé, de índio velho. A nossa construção está ruindo, pois feita em areia movediça. É minúsculo o mundo que pais querem dar aos filhos: o dos shoppings.. E não há mais crianças e adolescentes desejando a Lua como brinquedo ou como conquista.. Sem sonhos, os tetos são baixos e o infinito pode ser comprado em lojas. Sem sonhos, não há necessidade de arqueiros arremessando flechas vivas.

Na construção familiar, temos erguido paredes. Mas, dentro delas, haverá gente de verdade?

Autor: Cecílio Elias Netto é escritor e jornalista.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Etiqueta em aviões

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Cada dia tem mais gente andando de avião, reflexo de uma economia em crescimento e isto é maravilhoso, mas nunca é demais lembrarmos de algumas regrinhas essenciais  de boas maneiras e educação que devem prevalecer, nesse espaço do qual você não tem como fugir, no caso de uma situação mais constrangedora.
Vamos então relembrar algumas pequenas regras que certamente vão ajudar você nessa hora.

Ao viajar de avião, procure ocupar a poltrona que foi designada para você. Nada de bancar o espertinho e ocupar a poltrona de outro passageiro.

 Se vai ler, em especial jornal, procure não abri-lo totalmente incomodado seu vizinho de poltrona.

Como o espaço das poltronas é pequeno se você está voando de classe econômica, ao comer mantenha os cotovelos o mais próximo possível do corpo.

Outra regra bem simples, mas que muitas pessoas esquecem. Lembre-se de que há outro passageiro sentado atrás de você, portanto, dê uma boa olhada antes de inclinar sua poltrona.

Sempre fale baixo, em especial nos vôos noturnos, quando outros passageiros estão dormindo.

Os médicos recomendam que em vôos mais longos você deva levantar e andar um pouco para evitar problemas de circulação, mas isso não quer dizer que você vai ficar passeando pelo corredor a toda hora ou em pé conversando com um conhecido.

Lembre-se de que a cabine de comando é lugar de trabalho, nada de ficar insistindo para fazer tour por lá.

Ao usar o banheiro seja breve e deixe tudo limpo para o próximo passageiro.

Evite a todo custo bocejar; espreguiçar; pentear os cabelos e usar a maquiagem. Isso tudo deve ser feito no banheiro, longe das vistas dos demais passageiros.

Por fim, evite o excesso de álcool e respeito os avisos e recomendações da tripulação.
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Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado
ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, 
que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, 
a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, 
nos seja de uma sinceridade inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:
Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!

Atribuido a William Shakespeare
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